Para quem quer namorar

9 06 2007

praquemquernamorar.jpgpor Antonio Francisco

“Mulheres de Jerusalém, eu as faço jurar pelas gazelas e pelas corças do campo; não despertem nem provoquem o amor enquanto ele não o quiser” (Ct 2.7).

Deus criou homem e mulher e os fez com a necessidade um do outro. O namoro é o modo que a sociedade encontrou para que duas pessoas se conheçam pela amizade e se comprometam no noivado que as leva ao casamento. Consideramos o namoro um aspecto importante nas relações sociais.

Por isso, neste dia 9 de junho aconteceu em nossa igreja um encontro de pais e filhos e para conversarmos sobre o tema: “Para quem quer namorar”. O Pastor Antonio Francisco ministrou o estudo. Leia a mensagem clicando aqui.





A profissão mais antiga

9 06 2007


Três homens estavam conversando e discutiam qual tinha a profissão mais antiga.
O primeiro falou:
– A minha profissão é a mais antiga. Quem você acha que ajudou a construir a Arca de Noé? Um marceneiro é claro!
O segundo:
– Que nada, a minha é muito mais antiga. Quem você acha que plantou todas as árvores e flores do Jardim do Édem? Um jardineiro!
Terceiro:
– Vocês estão por fora, a minha é sem dúvida a mais antiga. Quando Deus falou “Haja Luz”, quem vocês acham que fez toda a instalação elétrica?





Pai nosso

9 06 2007

Uma criança de três anos perguntou à avó:

– Avozinha, porque é que na oração do Pai Nosso só pedimos “o pão nosso de cada dia”? Não seria melhor pedir pão para toda a semana?
– Deus é muito bom, por isso ele não nos quer dar pão duro! – respondeu a avó da criança.





Ser mais você

9 06 2007

Patrícia Rabelo

Nada como contar até dez pra deixar a raiva passar. Dar tempo ao tempo pra ver as situações com distanciamento e clareza. Como se fosse do ponto de vista do seu melhor amigo, aquele que dá os melhores conselhos justamente porque a situação não é com ele. Reações enfurecidas e passionais ficam sempre tão sem sentido depois que a raiva passa.Acho que isso é ser mais você.  É se permitir uma tranqüilidade que desaprendemos, se é que um dia a tivemos. É não querer ser dono de ninguém, porque, desista, você nunca será mesmo. Uma conhecida minha, psicóloga organizacional, certa vez falou que queremos possuir as coisas, porque as pessoas nós nunca possuímos. Ciúme, posse e dependência são apenas nomes diferentes pra disfarçar uma insegurança que é nossa, e que não tem a ver com o fato do Marcelo não ter ligado ou a Aline não ter aparecido. O indiano Krishnamurti disse que “na verdade ninguém satisfaz ninguém. Nós delimitamos essa possibilidade, por alguma razão pessoal. O amor está além da satisfação. Há amor quando não há exigências, intolerância, cobranças e ciúmes”. Então nem adianta trocar o Marcelo pelo João ou Aline pela Roberta, vai mudar muito pouco se o problema estiver em você. E também qual a graça de ter um robô do seu lado? Que presta conta de tudo o que faz, de com quem fala e “não faz nada errado” só porque está sendo monitorado e cobrado? Se não há escolha nem liberdade, não há mérito. Bom mesmo é fazer ou deixar de fazer algo por convicção e não porque você está sendo filmado. Alguém já falou que “ética é quando ninguém está vendo”. É isso aí. Ser mais você não tem nada a ver com ser egoísta. Ao contrário, é altruísmo, porque o altruísta quer ser feliz e permite que o outro seja também. Ser mais você é estar de bem com você mesmo e com os outros, sem precisar cobrar desses outros algo que quem tem que se dar é você. É pegar o leme da própria vida, ser seu próprio capitão, assumir a responsabilidade (= habilidade de dar respostas) pela sua felicidade. Não é ser bobo, nem aceitar tudo não… Nada a ver com isso. Até porque quem aceita tudo passivamente está na mesma situação daquele que é autoritário. Os dois relacionam sua felicidade a um outro ou a coisas que estão lá fora: o primeiro aceita ser dominado “pra não perder o que já tem e que é melhor do que nada”, e o segundo quer sempre dominar “pra garantir o que já conseguiu e continuar se dando bem”. Refiro-me simplesmente a encontrar o seu eixo, a não cobrar demais dos outros nem esperar que um “super-homem venha nos restituir a glória”, como já disse o Gil. Ora, os outros já têm que dar conta dos seus próprios problemas e expectativas. E até o bonitão superpoderoso do Super-Homem (ooh lah lah) tem sua criptonita. O cara muda o sentido de rotação do planeta, pára um trem, salva a humanidade, mas até ele tem seu ponto fraco. Pra que a toda hora se armar até os dentes, sempre pronto pra guerra? Além de cansativo, esse é o nosso erro na grande maioria das vezes: levar tudo a ferro e a fogo, indignando-se por pouco, querendo prestar contas de cada palavra dita, de cada gesto esperado – muitas vezes, nem nos prometeram, nós que viajamos – e não cumprido.  Mas é justamente aí, ao exigir nossos “direitos” perante o outro, que cometemos um engano. Algumas coisas não podem ser exigidas, porque, vindo dessa forma, perdem grande parte do seu valor. Cobrar amor, reconhecimento, respeito, honestidade? Ninguém tem que lhe dar o que você já tem, e que só basta encontrar dentro de si. Fora que ninguém agüenta a pressão da cobrança por muito tempo. Acho que por isso os começos são tão mágicos, tão encantadores: todo mundo é franco-atirador. Há uma sensação de que não se tem muito a perder, daí pouco se cobra ou se exige. As pessoas, nos começos, são mais leves. Mas depois essas mesmas pessoas começam a achar que são donas – da amiga, do namorado, da esposa, do computador na empresa – e que têm que “cuidar do que é seu”. Na verdade, mais que em cuidar, muitas estão preocupadas em “se apossar do que é seu”. Aí complica.

Como diz o texto que se atribui ao escritor argentino Jorge Luís Borges, seja leve. Ponto. Se algo insiste em não estar bom pra você, não insista mais. Pegue seu boné e “on the road”. Sempre haverá outras pessoas, outros lugares, outros trabalhos, outras paixões que parecerão pra vida toda, outros projetos… Melhores, piores ou simplesmente diferentes daqueles aos quais você se acostumou. Mas o importante é que a escolha será sempre sua. E, fazer como naqueles jogos de criança em que você dizia “passo!” ou “bandeirinha!” também não ajuda. Porque não fazer escolhas já é uma escolha. Talvez a mais perigosa delas. Deixe a vida correr no seu próprio ritmo e viva. De bem com você. Ponto. Sem precisar inventar que está bem ou querer parecer bem, porque esse bem-estar artificial é ilusório. Não passa de efeito Photoshop. Criar uma falsa impressão de estar por cima sem estar é cosmético, não é medicinal. Fica bonito na hora e só pra quem está vendo de fora, mas não resolve o problema. Melhor tomar uma atitude medicinal, então: seja você com todos os ônus e bônus que isso implica.  Se surgir uma viagem pra China, pra Índia, para as Maldivas, vá. Avise aos amigos, mande notícias de um cyber de lá, mas vá. Se for uma viagem pra uma praia que fica logo ali a 60km, vá. E, se for só pra curtir no seu quarto, curta. A quantidade de quilômetros não importa. O que quer que você tenha ou sinta, seja felicidade, equilíbrio interior, tristezas ou angústias, irão com você, independentemente da distância que você “per-corra”. O que importa é passar por cada experiência, permitir-se o que cada momento traz. Enfim, viver em vez de sobreviver. E aproveite. Só isso. Seja feliz com você. E por você. E, paradoxalmente, quando você menos precisar das pessoas é quando mais você as terá por perto. Elas naturalmente vão se encantar e querer cada vez mais sua companhia, pois sua felicidade será algo autêntico. Sim, será verdadeira porque virá de dentro e, por isso mesmo, será genuinamente contagiante.





Na classe

9 06 2007

A nova professora chega na classe e diz:

– Crianças, já vou logo dizendo que eu não acredito em Deus! Quem é ateu também levante a mão!

Como sabemos que crianças às vezes concordam com tudo, especialmente quando não querem ir contra uma nova professora, quase todos levantaram a mão. Quase todos, menos uma corajosa menininha.

– Ei você aí, disse a professora, por que você não levantou a mão?
– Eu sou crente, professora!
– Ah, é? Então me diga por que você é crente?
– Fácil professora: papai é crente, mamãe é crente e eu também sou crente.
– Menina, essa foi a explicação mais burra que já ouvi em toda a minha vida. Se por acaso seu pai e sua mãe fossem retardados, o que é que você seria???
– Eu acho que eu seria ateísta, professora…





Posso tudo

9 06 2007

por Rosângela Linhares

Eu posso tudo!
Posso caminhar
Posso correr
Posso até voar
Tudo é possível
Para quem quer sonhar

Eu posso vencer
Posso ir além
Posso crescer
Posso cantar
Posso dançar também
Posso tudo que eu quiser

Eu posso amar
Posso sorrir
Posso me alegrar
Posso até chorar
Mas não posso fugir
A realidade posso enfrentar

Posso morrer
E posso ressuscitar
E eternamente com Jesus reinar.

Um abraço





Na esperança do teu amor

9 06 2007

por Abigail Linhares

Acho que tinha me esquecido…
Esquecido de não me apaixonar por qualquer um
De guardar meu coração

Acho que tinha me esquecido
De esperar
E ser exigente

Acho que tinha me esquecido
De entregar meu coração a Deus e descansar no Seu tempo

Acho que tinha me esquecido
De não ficar triste porque o “carinha” não me deu bola

Acho que tinha me esquecido
De esquecer velhas coisas

Tenho fama de séria, fechada, exigente
E de não dar oportunidade aos rapazes
Isso não é verdade
Eu apenas sei o que quero e o que mereço
E não aceito menos que isso.
Não quero estar com alguém apenas pelo medo de ficar só
Não quero alguém que esteja abaixo das minhas expectativas
Não quero fingir amor

Quero alguém que arrebate o meu coração
Alguém que faça minha barriga esfriar e minhas pernas tremerem
Alguém que extraia o melhor de mim
Alguém que me faça crescer e
ser mais eu

Alguém que me complete
Ame-me
Goste-me
Faça-me rir
e sorrir

Alguém que me faça sentir criança
e me conheça com apenas um olhar

Os diamantes são raros
Não estão em qualquer esquina ou roda de amigos
É preciso ser paciente
E persistente. 
É preciso ter muita determinação para escavar
até achá-lo.
O coração reconhece uma preciosidade.

A esperança do teu amor me basta para poder esperar.